quinta-feira, 23 de abril de 2009
canção representativa
Deita aqui perto de mim
Tem dias que tudo está em paz
E agora os dias são iguais
Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora que estou sozinho
Mas não venha me roubar
Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá, a angra é dos reis
Por que se explicar se não existe perigo?
Senti teu coração perfeito batendo à toa
E isso dói
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora que estou sozinho
Mas não venha me roubar
Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo
A culpa é toda sua e nunca foi
Mesmo se as estrelas começassem a cair
E a luz queimasse tudo ao redor
E fosse o fim chegando cedo
E você visse o nosso corpo em chamas
Deixa pra lá
Quando as estrelas começarem a cair
Me diz, me diz pra onde é que a gente vai fugir?
LEGIÃO URBANA - ANGRA DOS REIS
Eu que nunca fui assim
Tentando fugir da memória. Às vezes acho que é melhor não tê-la. Às vezes acho que seria bem melhor se os sentimentos fossem momentâneos SEMPRE (como ocorre algumas vezes em algumas situações) mas não. Ele insiste em voltar à mente, o sentimento.domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Amizades assim, legais demais.

Sheila e um amigo de internet, por Clau Faccioni
Eu, um visitante, você lá. Opa, quem é? Silêncio. Conversa, conversa, conversa. Idéias iguais, inteligência, música, bom humor, mau humor, show do Radiohead chegando. Ansiedade da parte dele, curiosidade da minha. Fotos, fotos, sarros, piadas, mas como é sua voz? você canta? canto. tem microfone aí? sim tenho. minha voz ta estranha, alô, som, teste. Você é real? é o que parece!
ma oe, fim, ou não.
quarta-feira, 25 de março de 2009
O dia em que eu morri
A morte é uma coisa que chega a ser engraçada não é mesmo? Eu todo dia penso que estou morrendo. Todo dia a coisa que eu mais penso é em minha morte. É uma palhaçada, toda vez imagino mil e uma maneiras de morrer, as pessoas lá, será que tal fulano vai ficar sentido? Será que vão todos os parentes legais que moram lá longe no meu enterro, e outro bando de coisas inóspitas [adoro essa palavra] que passam numa fração de segundo na minha mente. Acho engraçado, faço disso um jogo: -olha morte, eu sei que vou morrer, pode vir me matar eu to esperando ó, não vou ser pega de surpresa, vou morrer com aquele sorrisinho nos lábios. Tola, não a morte, mas eu. Tola demais, mas eu me divirto.Minhas crença me leva as maiores paranóias, não sei se escrevi aqui mas eu sou espírita, cardecista, daquelas que crêem em vida após a morte. Mas se você tiver um senso bem comum e pobre de informações, vai achar: clau, macumbeira, espírita, eu hein! Mas não tem nada haver não, porém eu não ligo pras opiniões alheias. Fico pensando só na vida após a morte, que massa ver todo mundo la...
Mas peraê! Essas brisas que me dão, me trazem de volta ao real, mas aí você pergunta: o que é real? Você acende um incenso, bota uma música boa pra tocar e abre a janela que tenha a vista mais legal da sua casa: você está vendo a vida. Falando consigo mesma, você pode olhar pra dentro de você mesma e ver tudo que construiu e destruiu e podia ter construído. Aí você esquece os problemas por um instante, você tava preocupado com suas celulites e estrias, você estava preocupado com a marca do tênis que iria calçar, ou com o carro novo do vizinho [incrível como as pessoas são vidradas no que os vizinhos têm!]. Aí você se esqueceu do mundo lá fora, aí você se auto declarou morto. Volte lá na parte que você estava olhando pra dentro de si mesmo, de olhos fechados. Aí você abre e olha o céu la fora, independente do clima, ele vai estar sempre lá, pra você, ou pra seu vizinho, lindo, azul ou cinza, ou até rosa-alaranjado. Aí você percebe a vida. Aí você começa a reviver. Se não me engano foi Renato Russo que disse: o sol nasce pra todos, só não sabe quem não quer. Pense nisso um pouco, problemas físico-materiais são as coisas que menos importam na vida, o que importa é a vida real. A vida real é essa, sem a carcaça denominada corpo. A vida real não é diferente pra ninguém, é aquela em que somo iguais, o que difere é a idéia de como cada um enxerga. Enxergue além. Viva. Não mate sua própria vida.
domingo, 22 de março de 2009
EDUCAÇÃO_Banco de Dados!
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.
Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· Escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia;
· Ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....
Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

